Quero um amor que exista.

Um corpo que pulse.

Uma coisa de verdade, em meio ao banal, ao cerebral, ao boçal.

Quero ser. À margem do que de mim, concluam.

Que me sintam, apenas.

E me tenham.

Clara, Ana e quem mais chegar.

 

 

 

Sobre mistakegirl

Vaca profana por princípio e vocação... la leche buena toda em mi garganta, la mala leche para los puretas... Ver todos os artigos de mistakegirl

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